OOTD: Saia com Estampa de Fases da Lua


Sabe aquela peça de roupa que você sabe, no momento em que bate os olhos nela, que vai se tornar a sua favorita? Quando eu vi essa saia midi com estampa de fases da lua na Rosegal eu me apaixonei e esperei ansiosa pela entrega. E quando finalmente chegou, achei ainda mais linda pessoalmente. Parece que todas as minhas outras saias são tão sem graça agora, comparadas a essa hahaah 

E como ela já é a estrela de qualquer produção, combinei com uma camisa branca de mangas curtas (essa é de brechó) e fitinha de cetim com laço, além do sapato boneca com detalhe de rebites. 









Saia: Rosegal | Sapato: Via Uno



O batom é uma misturinha entre vermelho e preto, acabou resultando num tom bem fechado. 

Eu amei tanto essa saia que até encomendei outra de modelo igual com outra estampa no site - as peças da Rosegal são maravilhosas, frequentemente com inspiração vintage. 

A loja está com várias promoções superlegais em relação ao mês da mulher, que vocês podem conferir nos links: women's day 2018, rosegal women's day, women's day special. E a Rosegal preparou um cupom de desconto pra vocês: basta digitar RGNancy no campo do cupom e receber um descontinho :)

Espero que vocês tenham gostado do post, não deixem de comentar aí embaixo o que acharam do outfit :)

Blogar nos dias de hoje - porquê e para quem?


Muita gente me pergunta porquê eu não faço vídeos pro YouTube. Porquê eu não migrei para essa plataforma que praticamente decretou o fim da era dos blogs, onde o conteúdo é muito mais instantâneo e de fácil acesso. 

Eu tenho vinte e dois anos. Peguei o boom dos blogs numa era em que ninguém sonhava usar essa plataforma como forma de sustento. Vivi a época em que blogs serviam realmente como diários, onde tínhamos liberdade para escrever e postar o que bem queríamos, e nossos links eram divulgados apenas aos amigos mais próximos, que alcançavam o privilégio de poderem ler nossas confidencialidades. Só anos mais tarde que os blogs adquiriram um formato parecido com o que conhecemos hoje eu dia. Em meu primeiro blog eu costumava publicar pequenos contos e crônicas que escrevia - quando atingia cinquenta visualizações mensais era o ápice, motivo de grande felicidade.

E então os blogs passaram a se tornar relevantes, uma nova mídia que fazia de blogueiras subcelebridades - e os números subiram às nossas cabeças. Mil visualizações diárias eram motivo de tristeza. E pouco a pouco, perdeu-se a essência de escrever e ler o conteúdo publicado nessas plataformas, que foi ficando cada vez mais impessoal e genérico. 

Eu sou uma pessoa tímida. Hoje nem tanto quanto há alguns anos, mas ainda assim bastante tímida. A ideia de falar em frente a uma câmera (mesmo que sejamos apenas eu e ela) ainda me dá calafrios. O tempo levou embora muitas das minhas neuroses, mas essa eu não sinto o dever de me desfazer. Pra quê sofrer por algo que pra mim é um hobbie? Porquê me obrigar a fazer algo que não quero para simplesmente seguir o que esperado? 

É claro que os vídeos roubaram grande parte dos público que lia blogs. Mas muitos de nós permanecem por aqui. Escrever (e ler) ainda funcionam como uma espécie de libertação para muitas pessoas - incluindo eu mesma. E a despeito disso, continuaremos insistindo em permanecer na blogosfera :)

Filmes da Semana: Audrey Hepburn, sci-fi e pós-guerra


O post de hoje tem filmes bem interessantes, de diversos gêneros e épocas - e inclusive um filminho que entrou para os meus favoritos. 

1. Minha Bela Dama (1964)
(drama, musical)


Henry Higgins, um intelectual e professor de fonética, aposta que conseguirá, no período máximo de seis meses, transformar Eliza Doolittle, uma simples florista de rua que não sabe falar direito, em uma dama. Mas a tarefa se mostra muito mais difícil do que tinha sido imaginada originalmente.


Um musical com protagonismo da Audrey Hepburn não pode ser uma má escolha, e mesmo tendo quase três horas de duração, esse aqui não cansa em nenhum momento. Como nada é perfeito, o filme mostra o peso da idade com um protagonista absurdamente machista e várias passagens totalmente dispensáveis. Ainda assim, Audrey compensa. Para fazer o download clique aqui

2. Politécnica (2009)
(drama, policial)


Valérie e Jean-François estudam na Escola Politécnica de Montreal, em 1989. Em um dia do mês de dezembro, um acontecimento brutal provoca mudanças irreversíveis em suas vidas. Um jovem de 25 anos entra na escola com um rifle em mãos e o objetivo de assassinar todas as mulheres que cruzarem seu caminho. Motivado pelo estrago que as feministas teriam feito à sua vida, opera um massacre que faz mais de uma dúzia de vítimas e se suicida em seguida.


Filmes baseados em fatos reais, sobretudo eventos trágicos, costumam ser pesados e chocantes - Politécnica não fica atrás. Assisti-lo é como levar um soco no estômago, mesmo que não hajam de fato cenas apelativas, toda a emoção que o filme evoca é muito tocante. A fotografia em preto e branco é lindíssima. Para fazer o download clique aqui

3. Minority Report - A Nova Lei (2002)
(ação, ficção científica, mistério, suspense)


Washington, 2054. O assassinato foi banido, pois há a divisão pré-crime, um setor da polícia onde futuro é visualizado através de paranormais, os precogs, e o culpado é punido antes do crime ter sido cometido. Quando os três precogs, que só trabalham juntos e flutuam conectados em um tanque de fluido nutriente, têm uma visão, o nome da vítima aparece escrito em uma pequena esfera e em outra esfera está o nome do culpado. Também surgem imagens do crime e a hora exata em que acontecerá. Estas informações são fornecidas para um elite de policiais, que tentam descobrir onde será o assassinato, mas há um dilema: se alguém é preso antes de cometer o crime pode esta pessoa ser acusada de assassinato, pois o que motivou sua prisão nunca aconteceu? O líder da equipe de policiais é John Anderton, que perdeu o filho há seis anos atrás em virtude de um criminoso que o seqüestrou. O desaparecimento da criança o fez se viciar em drogas e ainda continua dependente, mas isto não o impede de ser o policial mais atuante na divisão pré-crime. Porém algo muda totalmente sua vida quando vê, através dos precogs, que matará um desconhecido em menos de trinta e seis horas. A confiança que Anderton tinha no sistema rapidamente se perde e John segue uma pequena pista, que pode ser a chave da sua inocência: um estranho caso que não foi solucionado e há um "relatório menor", uma documentação de um dos raros eventos no qual o que um precog viu é diferente dos outros. Mas apurar isto não é uma tarefa fácil, pois a divisão pré-crime já descobriu que John Anderton cometerá um assassinato e todos os policiais que trabalhavam com ele tentam agora capturá-lo.


Eu adoro ficção científica e estou sempre procurando por novas obras dentro do gênero. Apesar de Minority Report não ser um filme perfeito, não decepciona quem gosta do estilo. Tem uma trama futurista crível, com bons efeitos especiais mas que não roubam o destaque da trama, conflitos interessantes e reviravoltas que prendem a atenção. Para assistir online clique aqui. *Disponível na Netflix

4. Conduzindo Miss Daisy (1989)
(comédia, drama)


Atlanta, 1948; Uma rica judia de 72 anos joga acidentalmente seu Packard novo em folha no jardim premiado do seu vizinho. O filho dela tenta convencê-la de que seria o ideal ela ter um motorista, mas ela resiste a esta ideia. Mesmo assim o filho contrata um afro-americano como motorista. Inicialmente ela recusa ser conduzida por este novo empregado, mas gradativamente ele quebra as barreiras sociais, culturais e raciais que existem entre eles, crescendo entre os dois uma amizade que atravessaria duas décadas.


Um filme que sempre dispensei por pensar que seria 'bobinho', e que, na verdade, tem uma história fantástica e uma mensagem bonita e importante de pano de fundo. Filme leve, mas sensível e emocionante em alguns momentos. O racismo é abordado de forma superficial, mas o grande foco da obra é a relação de amizade entre os personagens centrais. Para fazer o download clique aqui

5. Umberto D. (1952)
(drama)


Na Itália do início dos anos 1950, enquanto a economia do país renasce, os idosos sofrem com as miseráveis pensões dadas pelo governo. Em Roma, Umberto Domenico Ferrari, um funcionário público aposentado, é despejado por não conseguir pagar o aluguel de seu quarto. Na companhia de seu único amigo, o cachorrinho Flike, Umberto vaga pelas ruas, buscando apenas um objetivo: viver com dignidade.


Se eu tivesse escrito a lista de filmes que mais me fizeram chorar recentemente, Umberto D. teria tido uma posição de destaque nela. Ultimamente tenho acredito que não é possível haver coração numa pessoa que assiste esse filme sem se emocionar. Filme extremamente sensível e fantástico em todos os seus detalhes: atuações, fotografia, trilha sonora. A obra é dos anos cinquenta mas parece ridiculamente atual. Certamente um dos melhores filmes que já assisti, entrou para a minha lista de favoritos. Só de ver as fotos acima já dá vontade de chorar de novo. Para assistir online clique aqui.

OOTD: Saia Verde e Blusa com Cerejinhas


Tenho tentado investir em saias lisas ultimamente, já que a maior parte das minhas são (bem) estampadas e as básicas fazem falta, justamente para poder combinar com blusinhas mais estampadas. Essa com fundo de poás e cerejas encontrei num brechó por R$8 e achei um amorzinho, tenho usado bastante. Aproveitei o verde das folhas das cerejas para combinar com a saia verde musgo da Zaful, que não chega a ser midi, tem um comprimento clássico - e tem bolsos <3





Saia: Zaful



Estou passando por aquela fase chata do cabelo curto: em que precisamos deixar crescer um pouquinho para mudar o corte e aí acaba ficando um pouco esquisitinho. Enquanto isso, vou tentando me virar como dá hahah.

Espero que vocês tenham gostado do post de hoje, me contem o que acharam do outfit nos comentários <3

O Duplo, de Dostoiévski


Já citei algumas vezes nesse blog que Dostoiévski está entre meus autores favoritos. O Duplo é uma das primeiras obras do autor, que foi desdenhada pela crítica da época para só posteriormente receber a devida atenção. 

Na obra somos apresentados ao personagem central, o senhor Golyádkin - um funcionário público sem perspectivas de crescimento profissional, tolerado pelos conhecidos, nunca querido. Um homem atormentado pela ideia de que há alguém tentando roubar sua identidade, uma perfeita duplicação de si próprio. E o pior: seu duplo apresenta as características físicas idênticas às suas, mas uma personalidade que ele próprio gostaria de ter, com maior aptidão social e o carisma necessário para cativar às pessoas a sua volta. 

Conhecido pela forte carga psicológica em seus escritos, em O Duplo o autor explora esse fator ao máximo. As reflexões que a obra provoca e seus significados implícitos são fascinantes. A narrativa consegue transparecer a angústia do personagem, inclusive em diálogos muito ricos, utilizando de fatores fonéticos que exprimem suas perturbações. 

A figura do pobre Golyádkin vai sendo formada na mente do leitor através dos diálogos, das ações e dos pensamentos desse personagem. Em diversos momentos eles são confusos e abruptos, transparecendo características do próprio personagem. Golyádkin é um homem solitário e deslumbrado, enlouquecido pela vontade de poder mais do que realmente pode - nosso herói, como tanto destaca Dostoiévski com sua ironia, fica obcecado por uma grande festa da elite russa. Obcecado ao ponto de invadi-la sem ser convidado.


A obra também consegue dar ao leitor um panorama da sociedade Russa da primeira metade do século XIX - as castas sociais, as angústias das pessoas comuns, o deslumbre e a idealização da elite, a vida de aparências. A confusão é o destino certo nesse livro - os pensamentos do personagem são diversas vezes entrecortados, causando uma ruptura na narrativa, fazendo com que o leitor sinta-se um pouco como Golyádkin. A paranoia do personagem nos consome, assim como os questionamentos sobre o que é real e o que é imaginário

O livro tem 256 páginas e a narrativa é um pouco irregular, tal qual seu personagem central. Em alguns momentos parece um pouco mais arrastada, em outros prende a atenção enormemente. Parece um grande esboço do que se tornaria a carreira do escritor mais adiante - onde ele retomaria a questão da ambiguidade com Raskólnikov naquela considerada sua obra prima, Crime e Castigo. Essa edição da Editora 34 é impecável e conta ainda com ilustrações do artista Alfred Kubin

De um modo geral, não recomendo para quem nunca leu uma obra do autor. A familiaridade com o estilo de Dostoiévski ajuda a ler e compreender O Duplo, mas para quem não o conhece pode parecer chato e ser desestimulante em relação às obras dele. É sempre bom começar com obras mais fáceis, como Uma Criatura Dócil (resenha), por exemplo. 

Filmes da Semana: musical, film-noir e Hitchcok


O post de hoje tem mais modernidades do que clássicos (fazer o quê né? a vida é feita de fases) e ainda assim uma bela mistura de gêneros e temáticas interessantes. 

1. Moulin Rouge: Amor em Vermelho (2001)
(drama, musical, romance)


Christian  é um jovem escritor que possui um dom para a poesia e que enfrenta seu pai para poder se mudar para o bairro boêmio de Montmartre, em Paris. Lá ele recebe o apoio de Henri de Toulouse-Latrec, que o ajuda a participar da vida social e cultural do local, que gira em torno do Moulin Rouge, uma boate que possui um mundo próprio de sexo, drogas, adrenalina e Can-Can. Ao visitar o local, Christian logo se apaixona por Satine, a mais bela cortesã de Paris e estrela maior do Moulin Rouge.


Moulin Rouge é um clichê que prova que ser clichê não é necessariamente ruim: o musical é um deleite aos olhos e aos ouvidos, prende a atenção desde o início, provoca uma série de sentimentos diferentes e encanta. É um filme longo, mas que não cansa em momento algum - nos sentimos totalmente imersos na trama. Para assistir online clique aqui

2. Fuga ao Passado (1947)
(drama, film-noir, thriller)


Jeff Bailey vive uma vida pacata, trabalhando em um posto de gasolina em uma pequena cidade dos Estados Unidos. Quando um dos capangas de Whit, seu antigo chefe, o encontra, ele irá se ver obrigado a preencher as lacunas que deixou em sua antiga vida. Principalmente com relação a Kathie, mulher de duas caras que a qualquer momento pode traí-lo ou fazê-lo se apaixonar novamente.


A década de quarenta é uma das minhas preferidas, se não a preferida, no cinema - e Fuga ao Passado é um exemplo incrível do poder dessa época. Um filme fantástico, extremamente charmoso, com personagens bem construídos, diálogos incríveis e muito inteligentes, além de uma 'femme fatale' pra ninguém botar defeito. A atmosfera de suspense desse filme é fantástica. Para fazer o download clique aqui

3. Malcolm X (1992)
(drama, história)


A sua mensagem política sobre as relações raciais mudou para sempre o papel dos Afro-americanos na sociedade americana e abalou a consciência política daquele país. Esta é a história de um homem negro numa sociedade onde muitos negros não podiam votar, andar nos lugares da frente dos transportes públicos, ir a uma escola de brancos, a história das suas esperanças, dos seus sonhos, da sua luta e dos tumultos raciais dos anos 50 e 60.


Acredito que Malcolm X mereça um lugarzinho entre os melhores filmes já feitos, e esse comentário por si só exemplifica o que achei dele. São mais de três horas de duração, mas o dinamismo da obra faz com que a gente nem perceba o tempo passar (sério!). Acompanhamos toda a vida de Malcolm, muito antes de se tornar a lenda conhecida hoje - é quase como uma aula de história, com uma importância enorme. Tem cenas muito emocionantes, cenas memoráveis e mesmo momentos mais engraçados. Enfim, um desses filmes que não dá pra deixar de assistir. Para fazer o download clique aqui.

4. Agonia de Amor (1947)
(drama, policial, romance)


Anthony Keane é um advogado que fora contratado para defender o caso da Sra. Paradine, acusada de matar o próprio marido. Só que ele acaba por se apaixonar por ela, colocando em risco sua carreira profissional e seu casamento. O que Keane não espera é que a Sra. Paradine tem um caso com outra pessoa, e isso poderá influenciar decisivamente o julgamento final.


Agonia de Amor faz parte dos menos conhecidos filmes dirigidos por Alfred Hitchcock, e apesar de não ser um filme maravilhoso, vale a pena assistir. Tem ótimas atuações, boas cenas de tribunal e uma protagonista muito misteriosa. Filme charmosíssimo. Para assistir online clique aqui

5. Acima das Nuvens (2014)
(drama)


No auge de sua carreira internacional, Maria Enders é requisitada a atuar numa remontagem da peça que a tornou famosa vinte anos atrás. No entanto, naquela peça ela interpretou a jovem e sedutora Sigrid, que desarma e acaba fazendo com que sua chefe Helena cometa suicídio. Agora querem que ela faça outro papel, o da mulher mais velha, Helena. Ela parte com sua assistente para ensaiar em Sils Maria, uma região remota dos Alpes. Uma jovem estrela de Hollywood com uma queda por escândalos fará o papel de Sigrid e Maria se vê do outro lado do espelho, face a face com uma mulher ambiguamente encantadora que é, na essência, um reflexo inquietante da própria Maria.


Um filme que assisti com expectativas bem baixas, que quis assistir, na verdade, só por ter a Kristen Stewart no elenco (adoro ela) e que acabou me surpreendendo muito. É uma obra dentro de outra obra, um filme que a primeira vista parece simples e fácil, mas que na verdade é bem mais complexo e interessante. Tem críticas à indústria hollywoodiana, atuações fantásticas e diálogos incríveis, que são, aliás, o ponto alto do filme. Para assistir online clique aqui.


Espero que vocês tenham gostado das indicações tanto quanto eu gostei de assisti-los. <3

Série: Gypsy - psicologia, manipulação e obsessão


Com sua primeira temporada lançada em 2017 pela Netflix, a série Gypsy se enquadra nos gêneros drama e thriller e conta com Naomi Watts no papel principal. 

Na trama, ela é Jean Hollaway, uma psicóloga que extrapola limites éticos e manipula seus pacientes e pessoas importantes na vida deles. Jean tem uma espécie de alter ego, a quem chama de Diane, e experimenta uma vida dupla mentindo sobre si própria e manipulando as pessoas. 


A série mostra alguns pacientes de Jean assim como sua vida pessoal e ligações sociais. Um de seus pacientes com maior importância na trama é Sam, um homem que a consulta para tratar de um relacionamento mal resolvido. Sam é obcecado pela ex-namorada Sidney, e aos poucos Jean passa a se tornar obcecada por ela também. 

Sem que Sam e Sidney saibam que ela conhece os dois, Jean se aproxima da garota sob seu alter ego Diane e as duas iniciam uma complexa relação amorosa, onde Jean manipula Sidney e Sam. Sidney acredita que Diane é solteira e trabalha como jornalista, quando na verdade a psicóloga é casada e tem uma filha.  


Com uma trama cheia de tensões psicológicas e uma protagonista extremamente complexa e instigante, Gypsy prende a atenção do espectador, mesmo que seus episódios longos por vezes sejam um pouco arrastados e com falhas de ritmo. 

A série ainda traz outros assuntos como pano de fundo, como traição, ética profissional, sexualidade e identidade de gênero. A filha de Jean apresenta conflitos em relação ao seu gênero e a trama abre precedentes para falar possivelmente sobre transexualidade - mas infelizmente o assunto não é aprofundado.


Jean é uma personagem extremamente enigmática, pois nunca sabemos seu real interesse e suas intenções. A pergunta que adentra a mente do espectador em boa parte do tempo e instiga a continuar assistindo geralmente é "o que ela quer com tudo isso?". 

A psicóloga se envolve de maneira extrema com seus pacientes, manipulando suas vidas e criando vínculos além do profissional. Jean também se comporta de maneiras diferentes conforme o círculo social, as pessoas presentes e o grau de importância delas - alternando máscaras. 


Os diálogos costumam ser longos e interessantes na série e a fotografia é muito bonita. A atuação da protagonista é ótima e a série tem várias semelhanças interessantes com o filme Cidade dos Sonhos, do David Lynch. 

Gypsy possui 10 episódios nessa primeira temporada, com média de 55 minutos de duração. Eu não consegui assistir nada enquanto ainda não havia terminado a série, de tão envolvida pela trama. 


Gypsy provavelmente não irá agradar os fãs de ação e de tramas rápidas, mas para quem gosta de um bom thriller psicológico e se interessa pelo comportamento humano é um prato cheio. 

Não é uma série perfeita, mas tem vários pontos positivos e uma história intrigante. Infelizmente foi cancelada pela Netflix e não retornará para a segunda temporada. Na minha opinião, ainda assim vale a pena conferir. 

OOTD: Moletom Estampado


Oi gente! O outfit de hoje é com esse moletom da Sassy My Prom: pretinho básico, super confortável e gostoso de usar, com essa estampa linda de mão de esqueleto segurando uma rosa. O melhor de tudo é que ele não é super quente, então rola usar quando a temperatura está mais alta também. Combinei ele com a saia de couro fake e sapatilhas vermelhas pra combinar :)








Moletom: Sassy My Prom | Saia: She In | Sapatilha: Via Uno


O anel de pentagrama é da Dark Prophecy. Essas fotos me deram muita saudade do frio e de usar roupas bem quentinhas e com várias camadas, hahaha. 

A sassymyprom está com algumas promoções no site, para conferi-las é só clicar nos links: two piece prom dresses, plus size prom dresses, wine red prom dresses, long sleeve prom dresses. Para os blogs que também desejam ser parceiros da loja, é só acessar o link blogger cooperation. :)

https://www.sassymyprom.com/collections/floral-prom-dresses

Espero que vocês tenham gostado do post, me contem o que acharam nos comentários <3