Filmes Assistidos Recentemente


Oi gente! Peço desculpas por não ter publicado nada nessa tag na sexta passada, mas hoje como de costume tem indicação de filminhos por aqui <3 Os três dessa semana são muuito bons, garanto que pelo menos um vai chamar a atenção de vocês. 

1. Vida de Solteiro
(comédia, drama, romance)


Seattle, início dos anos 90. Várias histórias paralelas sobre jovens no começo da vida adulta, que estão preocupados em se firmar em suas carreiras e, principalmente, em encontrar o amor. O filme mostra diversos moradores de um mesmo prédio, que freqüentam a mesma cafeteria. Um deles é Steve Dunne, que conhece Linda Powell em um show de rock e aos poucos se apaixonam. Também é focado o relacionamento deles e a de amizade de Steve com Janet Livermore, outra moradora do prédio, que quer conquistar um vizinho, Cliff Poncier, um roqueiro. Na verdade ela tem um envolvimento com ele, mas Cliff insiste que seja uma "relação aberta" e isto não agrada muito Janet, que está obcecada por Cliff e pensa em fazer um implante para aumentar os seios, pois acredita que isto agradará Cliff. Paralelamente Debbie Hunt anseia tanto por achar alguém que produziu um vídeo com alguns efeitos que lhe sirva como apresentação para futuros pretendentes.


Aquele tipo de filme leve e despretensioso que serve muito bem quando queremos assistir algo para passar o tempo. É uma história divertida, apesar de simples, com personagens interessantes e pouco estereotipados, senti que o filme é bastante realista e isso é algo que gosto muito. A trilha sonora é muito bacana. Não sou fã de comédia romântica, mas essa tem seu valor, hahaha. Para assistir online, clique aqui

2. Pelos Olhos de Maisie
(drama)


Em meio ao conturbado divórcio dos pais, Maisie, uma garotinha de sete anos, tenta entender o que se passa. De um lado a mãe, Susanna, uma estrela do rock. Do outro o pai, Beale, um influente galerista. Unindo os dois, a menina, que logo descobre um novo significado para a palavra "família".


Esse filme eu assisti na faculdade, a professora de psicologia infantil passou com o intuito de exemplificar alienação parental, que ocorre quando um dos pais coloca o filho contra o outro. É um filme bem dramático que mostra uma relação conturbada entre dois adultos que acaba trazendo consequências para a criança. Tem a Julianne Moore no elenco, uma atriz que eu particularmente gosto bastante, e é uma obra muito sensível, realista e bonita. Para assistir online, clique aqui

3. Eu, Você e a Garota que vai Morrer
(comédia, drama)


Greg está levando o último ano do ensino médio o mais anonimamente possível, evitando interações sociais, enquanto, em segredo, está fazendo animados filmes bizarros com Earl, seu único amigo. Mas tanto o anonimato quanto a amizade dos dois é abalada quando a mãe de Greg o força a fazer amizade com uma colega de classe que tem leucemia.


Não conhecia esse filme, mas vi o título no filmow e ele me chamou muito a atenção, realmente é um título muito bacana de filme. É uma obra que realmente não podia dar errado. Tem a dose certa de humor para não ser totalmente dramático, personagens singulares e carismáticos que acabam conquistando o telespectador, roteiro interessante apesar de clichê e uma linda fotografia. O final é bastante previsível e clichê, a temática já está um pouco saturada, mas sinceramente, na minha opinião não diminui a beleza do filme. Para assistir online, clique aqui

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Bom, espero que vocês tenham gostado dos filmes de hoje e que possam assistir algum no fim de semana <3

OOTD: Regata de Esqueleto


Oi gente! :D O look de hoje é bem simples e com peças que já apareceram várias vezes aqui no blog, exceto a regatinha de esqueleto que chegou esses tempos do Aliexpress. Nem sou apaixonada por estampa de esqueleto né - só tem look com vestido de esqueleto aqui e aqui com suéter - e gostei dessa por ter estampa na frente e atrás. O tecido é geladinho e um pouco justo demais para o meu gosto,  mas tenho adorado usá-la com shorts e saias de cintura alta. Esse tipo de roupa é meu uniforme de fim de semana, porque já passo a semana toda usando calça jeans e daí não posso mais ver... nada com o conforto de uma saia rodadinha :) 







Regata: Aliexpress | Saia: Oasáp | Kimono: She In | Coturno: Vilela Boots

A coleirinha nova também é do ali, hahaha. Sei que já tenho uma parecida mas não adianta, sou louca por gargantilhas e tenho usado muito essa no dia-a-dia, por ser bem simples, só tendo a argolinha de destaque. 

O esmalte é o Côte D'Azur da Panvel e o Batom é o preto da Color Make (resenha aqui). 

Peço desculpas à vocês pela irregularidade das postagens nos últimos dias, estou demorando mais para atualizar o blog e para responder comentários, esse é um período de encerramento de semestre na faculdade e portanto, cheeeeio de provas e trabalhos. Tive alguns probleminhas pessoais e fiquei uns dias sem internet também, e aliando tudo à meu nervosismo/ansiedade habitual acabo me desmotivando de postar e não quero fazer nada sem vontade por aqui. Mas acho que semana que vem já vai estar tudo mais tranquilo e volto à rotina habitual daqui. Obrigada à todos que acompanham o CF, vocês são demais! <3

Sobre os dias que insistem em chegar


Mariana decidiu-se: chegara o dia.

Revisou o plano inteiro mentalmente, uma, duas, três vezes, perdera as contas. As mãos suando por conta da ansiedade, a sensação tenebrosa de sufocamento que acometia seu peito. Não conseguia pensar direito; frases desconexas e lembranças atuais e antigas surgiam numa velocidade além do processamento. Estava surtando.

Sabia que estava na hora de sair de casa. Quantas vezes pensou em fazer isso? Quantas vezes não precisou conter o impulso de fazê-lo, e agora, pés colados ao assoalho, com a mente completamente decidida, e mesmo assim, seu corpo não parecia obedecer-lhe.

Virou a cabeça a ponto de enxergar a luz piscante vermelho vivo do microondas na cozinha: dezoito e sete. Sete minutos atrasada para sair de casa a ponto de chegar às dezenove no trabalho.

O trabalho que invariavelmente não mais faria. Sentia um profundo alívio ao pensar que não precisaria mais olhar nos rostos dos colegas de trabalho. Não precisaria mais se esforçar por fazer os músculos do rosto se mexerem, forçando um sorriso encabulado diante de brincadeiras que todos pareciam ver graça - menos ela. Pensou no alívio que seria não mais ter de se enfiar por entre os vãos do trem, se espremendo entre um corpo quente e outro. Pensou em como seria bom simplesmente não mais ouvir notícias tristes, não mais se decepcionar com o que os outros dizem, não mais ouvir nada. O silêncio profundo e eterno era um plano plausível. 

Chegara o dia.

Quantas vezes não olhou para os trilhos do trem no minuto anterior ao que este se aproxima? Quantas vezes não pensou em como seria fácil (e prazeroso, até) apenas continuar andando e não parar antes da linha amarela - apenas seguir em frente. Apenas seguir. Apenas.

Mariana ouvira dizer, na palestra de uma psicóloga em sua empresa, que todo mundo, uma vez ou outra, já cogitou o suicídio. Mas Mariana sabia o quão grande era o tamanho daquela mentira.

Quem pensa em suicídio pela primeira vez não consegue mais abandonar esse pensamento. Ele torna-se um plano B, uma solução possível para todos os tormentos da vida. Entrar no facebook e se deparar com discurso de ódio - melhor morrer à ver isso novamente. Atravessar a rua e ouvir a buzina de um motorista logo antes de ouvi-lo gritar "gostosa!" - como seria ótimo ter morrido antes disso.

Morrer começa a ser a alternativa possível para tudo o que é ruim. Para tudo o que se gostaria de excluir do mundo, jogar para baixo do tapete. Para tudo que não se quer mais ter de lidar.

E Mariana sabia que era difícil abrir mão dessa ideia confortável e segura de plano B. Quando você pensa que há uma opção (além das que a maioria das pessoas pensa ter) é difícil abrir mão dessa ideia. Porquê você se torna íntimo dela - a abraça, sente-se próximo dela. Sente-se como o guardião de um segredo só seu.

Mas às vezes esse segredo consome as pessoas.

E consumiu Mariana.
E ela sabia - chegara o dia.

Finalmente sentiria o peso do trem esmagando seu corpo, cortando sua carne, triturando os ossos de todo o seu corpo. Podia tentar imaginar o que passaria pela sua mente no instante em que a morte não fosse só uma ideia distante, perdida entre tantos outros devaneios. Arrependeria-se? Sentiria alívio? Veria toda sua vida passando por seus olhos, como num clichê hollywoodiano?

Pensou em todas aquelas esperas pelo trem - dia após dia, mecanicamente. Pensou nos quatro passos que tinha de dar, todos os dias, para se afastar da lateral da escada rolante e chegar até a linha amarela onde as pessoas aguardavam as portas se abrirem. Quantos passos daria hoje? Cinco? Seis? Teria tempo para pensar em algo enquanto a morte encontraria-se a um passo de distância?

Diante do turbilhão de questões que permeavam sua mente, mexeu os pés para afastar a sensação de formigamento que ali se instalara. Não havia mais tempo - Mariana sabia, quando a dúvida se instalava, era difícil afastá-la para longe de seus pensamentos. E já havia ponderado demais, adiado demais... o inadiável. Num suspiro longo levantou-se do sofá e caminhou os poucos passos que separavam-no da porta de casa. O metal da maçaneta estava num frio quase cortante.

No segundo em que girou para abri-la, sentiu um arrepio percorrendo-lhe as pernas: olhou para baixo e encontrou dois olhinhos amarelos olhando-a com o que parecia ser toda a ternura existente no universo. Seus pelos lhe roçando as pernas geladas de nervosismo fizeram Mariana lembrar da existência dele - fato perdido entre os seus pensamentos caóticos.


Lembrou de quando encontrou aquele cachorro faminto e magricela no meio de uma madrugada de outono as quatro horas da manhã - devia ser a cabeça lhe pregando uma peça, mas podia jurar que fora o mesmo olhar que ele lhe lançara. O olhar que a fez esquecer que estava à noite numa rua com pouca iluminação e que precisava andar depressa - o olhar que a fez parar e levá-lo junto de si.

Quando se pensa em suicídio, uma das primeiras razões capazes de afastar essa opção da mente de alguém é ter por quem sentir falta. Ter por quem ficar, por quem desistir de pôr fim a própria vida não é um dos motivos mais éticos, mas sabemos, é um dos mais plausíveis. Mariana nunca fora alguém de muita amizades - as da época do colégio foram se perdendo aos poucos, esquecidas entre a rotina cansativa de trabalho para manter o apartamento que alugara há cerca de dois anos, quando saíra da casa dos pais, com quem não tinha um bom relacionamento. 

Os colegas de trabalho eram só isso mesmo - colegas. Nenhum contato poderia se fortalecer em meio a rotina competitiva da empresa. O afeto parecia uma história bonita e distante, dessas que contamos para as crianças que ainda não sabem ler. 

Sem alguém por quem decidir ficar, não restava muito para firmar o laço que prendia Mariana à Terra. Já havia enumerado todas as razões possíveis para não fazer o que queria - e riscado todas. Motivos fúteis não prendem ninguém. 

Mas diante daqueles olhos amarelos e dóceis, Mariana pensou em como seria triste não mais voltar para casa - não mais ser recebida por uma festa efusiva que vinha com direito a lambidas, pulos e abanar de rabo. Sempre que pensava no suicídio, pensava em como seria não mais viver, na prática. Não pensava em como seria não mais voltar para casa.

Olhou para o bicho escorado em suas pernas, pedindo por um afago antes de ver a dona deixar seu lar e pensou no que aconteceria com ele. Não podia simplesmente deixá-lo ali, sem comida, à mercê do tempo que os outros moradores do prédio poderiam levar para perceber que ela não mais voltara. Não podia condená-lo a frieza das ruas novamente - não depois de ver a mudança que poucas semanas de afeto e cuidado surtiram nele.

A maçaneta da porta já estava quente quando Mariana a soltou - sem de fato abri-la. Sentou-se no sofá novamente, agora com o animal peludo entre os braços, insistindo em lamber as lágrimas que escorriam pelo seu rosto.

Ficou pensando em quantas pessoas andam por aí, presas ao mundo por motivos tão singelos.

Receita: Doce de Morango com Nutella


Oi gente :) Antigamente eu publicava algumas receitas aqui no meu blog, muito raramente e depois parei, pela falta de habilidades culinárias mesmo. Como me obriguei a começar a cozinhar de verdade há pouco tempo, tenho testado novas receitas a cada semana. Faço mais comidas salgadas para o dia-a-dia, mas acabo fazendo algumas sobremesas fáceis e gostosas também - como esse docinho. 

Ele fica realmente delicioso e é algo simples, rápido e fácil de fazer - e é impossível não gostar. Quem ama doces vai adorar, porque ele é realmente *muito* doce, hahaha. 

Para fazer a receita, tu vai precisar de: 

- 3 colheres de  Nesquik (ou outro achocolatado em pó sabor morango)
- 1 caixa de creme de leite
- 1 lata de leite condensado 
- 1/2 barra de chocolate branco 
- 1 colher de margarina
- Nutella
- Açúcar

Como fazer: misturar numa panela o nesquik, o leite condensado, o creme de leite,a margarina e o chocolate branco até que forme um creme firme, no ponto de brigadeiro - comigo levou cerca de 15min. Retirar da panela e deixar gelar por cerca de 1h. 


Essa é a consistência do doce depois de ser tirado da panela. 

Para montar os docinhos, é só untar as mãos com margarina e colocar o brigadeiro aberto. Com uma colher de chá, coloquem um pouco de nutella no centro e enrole normalmente. Passe no açúcar para finalizar. 

Depois o ideal é deixar gelar por pelo menos 30min antes de comer, geladinho fica uma delícia! Rendeu cerca de 30 docinhos num tamanho razoável. É pouco pela quantidade de ingredientes (e por eles não serem muito baratos, né) mas é gostoso demais e ótimo para variar de vez em quando do brigadeiro ou beijinho tradicionais. 

Eu apanhei um pouquinho para enrolar os primeiros docinhos, mas logo a gente pega o jeito. 


E aqui ele depois de pronto. Garanto que fica divino :D 

Vocês já conheciam essa receita? Vão fazer? Me contem nos comentários ^^

Filmes Assistidos Recentemente


Oi gente! Hoje tenho três filmes muito bacanas para indicar pra vocês - e bem diferentes entre si. Espero que gostem e consigam assistir algum <3

1. Cry-Baby
(comédia, musical)


Baltimore, 1954. Lá vive Wade "Cry-Baby" Walker, um bad boy que é líder de um grupo. Ele é conhecido como "Cry-Baby" em virtude de chorar apenas por um olho, mas agora está apaixonado por Allison Vernon-Williams, uma jovem rica que é criada pela avó, Mrs.Vernon-Williams, que considera "Cry-Baby" um delinqüente juvenil e não quer vê-lo junto da neta. Além disto, Baldwin, o namorado de Allison que é líder dos "quadrados", está totalmente contra "Cry-Baby" e o resto dos delinqüentes juvenis, assim lidera uma guerra santa contra eles. Isto gera pancadaria e vandalismo e os jovens delinqüentes são considerados culpados pelo caos, mas são liberados pelo juiz, com exceção de "Cry-Baby", que é mandado para um reformatório.


Esse filme estava há tempos na minha listinha para assistir e finalmente o fiz. Ele é bem conhecidinho, e mesmo sendo comédia e musical (gêneros que particularmente não curto muito) adorei ele. É um filme muito divertido, extremamente estereotipado e previsível mas que consegue prender o telespectador e cumprir sua função de entretenimento. Ele é bem trash, mas totalmente proposital, o que acaba divertindo ainda mais. Sem contar o visual dos anos cinquenta muito bem representado no filme <3 As músicas grudam na cabeça e dá muuuita vontade de ouvir rockabilly depois: eu não consigo parar de ouvir Elvis Presley desde que assisti ao filme, hhauahuahu. Para assistir online, clique aqui

2. O Escafandro e a Borboleta
(drama, biografia)


Jean-Dominique Bauby tem 43 anos, é editor da revista Elle e um apaixonado pela vida. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo. Bauby se recusa a aceitar seu destino. Aprende a se comunicar piscando letras do alfabeto, e forma palavras, frases e até parágrafos. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.


Um filme inteiramente triste, sensível e sufocante. A sensação de estar preso dentro do próprio corpo é muito bem transmitida pelo estilo de filmagem, em que a câmera parte do ponto de vista do personagem principal em grande parte da obra. É um filme francês, e algo notável é que ele não apela para cenas forçosamente dramáticas (como muitos filmes hollywoodianos fazem, onde você quase enxerga a ordem de: chore agora), tudo é contado de forma natural, almejando que o telespectador consiga se colocar no lugar do personagem. É uma história muito bonita e baseada em fatos reais. Para assistir online, clique aqui

3. Quatro Luas
(drama, romance)


Apresenta quatro belíssimas histórias sobre amor e autoaceitação: um menino de 11 anos de idade se esforça para manter em segredo a atração que sente pelo seu primo; dois amigos de infância se reencontram anos depois e iniciam um relacionamento complicado devido ao medo de serem descobertos; um casal de namorados juntos há muitos anos vivenciam uma crise pois uma terceira pessoa aparece na vida de um deles e um homem de família, obcecado por jovens garotos de programa tenta arrumar dinheiro para poder pagar para vivenciar a experiência com outro homem mais jovem.


Confesso que sou bastante apaixonada por filmes que mostram várias histórias paralelamente, são ótimos para quando temos tempo livre mas estamos com preguiça de assistir um filme - eles geralmente fisgam nossa atenção com mais facilidade. E foi exatamente o caso de Quatro Luas, que mesmo tendo cerca de 1:40h, passou como num piscar de olhos pra mim. As quatro histórias apresentadas são muito interessantes e as fases da lua descritas casam bem com cada uma delas, de forma até um pouco clichê, mas bonita de qualquer forma. É um filme muito bonito e sensível, que consegue fazer com que nos sintamos próximos dos personagens. Pra mim, o mais bacana dele é que não é um filme romantizado ou dramatizado excessivamente, traça retratos possíveis de histórias comuns e possíveis também, com personagens convincentes e um final ótimo - e possível, hahaha. É bastante realista. Infelizmente não encontrei online, mas tem no Netflix ;)

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Já assistiram algum destes filmes? Se tiverem indicações pra mim também, podem deixar nos comentários, vou adorar ver :D Infelizmente não rolou de indicar nenhum filme de terror, mas aproveitem bem a sexta-feira 13, hhahaha. 

OOTD: Short de Onça e Blazer


Oi gente! Junto com o maxi cardigã que mostrei no look da semana passada, pedi esse shortinho com estampa de onça da Lovely Wholesale também. O tecido dele é bem fininho e molinho, super confortável, até com uma certa cara de 'roupa de praia' (se isso existe), eu diria. Pra balancear um pouco isso, decidi combiná-lo com um blazer - isso sempre funciona! Não importa o que estamos usando na parte de baixo, um blazer sempre deixa a gente com cara de ~arrumada, huahuahhua. 

Já disse isso algumas vezes aqui no blog, mas vou dizer de novo: amo estampa de oncinha. É uma das minhas estampas preferidas, creio que a segunda preferida na verdade, porque estampa de poás é meu grande amor. Mas é uma coisa que geralmente as pessoas não acham que eu goste, talvez porque o preto predomine no meu estilo e oncinha é algo definitivamente mais "chamativo". Mas tudo é questão de adaptação - se tu gosta, faz parte do teu estilo. No meu caso, quando quero usar peças mais estampadas ou coloridas, que à priori não combinariam tanto com o que costumo usar, faço aquela mistura básica com peças lisas e neutras (pretas, no meu caso). É algo que sempre dá certo e a gente não se sente desconfortável por estar usando algo fora da ~zona de conforto~.







Camiseta: Gang | Short: Lovely Wholesale | Creeper 


Pra não ficar tudo básico demais, usei o colar lindão da Yoins. Tentei resistir e não comprar nada nessa onda de ~colarzinhos com moedinhas~ mas não deu, é lindão demais e imagino que seja ótimo de usar no verão, quando pela pouca roupa a gente tem que investir mais nos acessórios pra não sair todo dia igual, huahuha. Ele é maior do que eu imaginava que seria e faz bastante barulho por conta das moedinhas. Nas roupas pretas se destaca bastante. 

Como o blazer sempre deixa a roupa mais formal, quebrei um pouco disso com o creeper com spikes. Achei que casou bem até, combinou descombinando rs. 

O batom é o lápis vinho da Panvel (resenha aqui) e nas unhas, pra tentar variar um pouco do preto de sempre, tentei fazer uma cruz com o esmalte branco - mas só ficou bonitinho de longe, de perto dá pra ver que não manjo nada dessas coisas HUAHAHUHUA 

Gostaram do outfit dessa semana? Quero saber a opinião de vocês nos comentários :*

Série: Orphan Black


Hoje eu vou falar da série que eu demorei milênios para assistir, mas quando o fiz, me conquistou logo no primeiro episódio - e entrou pra minha lista de favoritas. 

Orphan Black é uma série de ficção científica que estreou em 2013, tendo como temática a clonagem humana. A trama se inicia quando uma jovem, Sarah Manning, presencia o suicídio de uma mulher muito idêntica a ela mesma - e decide assumir sua identidade, descobrindo inúmeros mistérios que cercam sua própria vida. A série já conta com três temporadas completas e a quarta será lançada em 2016. 


Falar dessa série é um pouco complicado pra mim, porque realmente fazia tempo que eu não assistia algo novo pelo qual eu me apaixonasse tanto. Desde o primeiro episódio eu fiz maratona dela, não queria sair de casa para não deixar de assistir, vi muitos episódios seguidos (o máximo foram oito sem intervalo, hajuhajhu) e terminei as três temporadas em menos de dez dias. 


Orphan Black é simplesmente genial - tem uma premissa muito interessante e original e a trama é conduzida com maestria. Cada ep parece um season finale - não há um sem novas descobertas ou novos mistérios surgindo, é muito emocionante e a curiosidade é aguçada ao extremo assistindo. 


Apesar da série ter muitos personagens, eles são bastante aprofundados, complexos, tem suas próprias histórias e não são estereotipados. 

Impossível falar de Orphan Black sem comentar sobre a atuação incrível da Tatiana Maslany, atriz que interpreta todos os clones (e não são poucos não!). Além das mudanças na aparência por conta do estilo pessoal de cada personagem, a postura corporal, o tom de voz e até o sotaque dos personagens mudam, e isso é incrível. Mesmo quando, por exemplo, o clone 1 se passa pelo clone 2 na trama, ainda assim a atuação é diferente da Tatiana interpretando o clone 2. 


Incrível mesmo é a quantidade de mistérios e novidades que a série consegue trazer, nunca cansando o telespectador ou se tornando repetitivo. Em cada temporada há elementos novos e novos mistérios a serem resolvidos. Os personagens secundários também são muito bem trabalhados. O ritmo da série é muito intenso mesmo, quem gosta de bastante ação e tramas agitadas vai adorar.


Na segunda e na terceira temporada a série também consegue trazer bastante humor em alguns núcleos, o que seria impensável para uma trama de ficção científica em que os personagens principais estão em constante risco de morte. Me surpreendi com a capacidade que Orphan tem de fazer você se apaixonar pelos personagens e se apegar à eles, mesmo aos quais inicialmente não se gostava. Meus preferidos são Cosima, Helena e Félix mas eu sinceramente adoro todos, hhujajhua. Incrível o crescimento de alguns personagens na trama também, como a própria Helena ou o Donnie na segunda e terceira temporada. 


Não preciso nem comentar que a série tem uma ótima representatividade feminina, né? E todas as mulheres da série são incríveis. Eu me sinto meio besta só falando coisas positivas sobre ela, mas é que eu realmente não encontrei nenhum defeito na série, mínimo que seja - fora o fato de ter apenas 10 episódios por temporada, com média de 40min, porque podiam ter uns 30 eps no mínimo HUAHHUA 

Acredito que no meu ranking de séries preferidas Orphan Black foi a única que se aproximou de Bates Motel, mas eu realmente não sei se continuo achando Bates minha série preferida... Só vou conseguir resolver esse dilema quando assistir a quarta temporada de ambas, só ano que vem. Mas por enquanto considero-as empatas no primeiro lugar das minhas séries preferidas. 


Então, para fim de conversa, assistam essa série maravilhosa, até hoje não vi uma única pessoa reclamando dela. Quem ama ficção científica vai adorar, e quem não ama também, porque afinal de contas, não fica só nisso - tem muito drama, ação e suspense também. 

Você pode assistir as três temporadas já concluídas online no MegaFilmes

E então, o que me dizem? Já assistiram Orphan Black? Vão dar uma chance pra ela? Comentem ^^

Resenha: Batom Azul da Hator


Ei gente :D Recentemente eu resenhei o batom azul da Natura Faces (aqui!) e hoje venho com mais um que adquiri recentemente. Nem estava procurando outro batom nesse tom, mas quando vi esse aqui não me contive - lindão e baratinho, com a promessa de ser matte, ainda por cima. A Hator não é uma marca muito conhecida por aqui, não sei como é nos outros estados, mas encontrei pra vender numa loja de maquiagens e acessórios. Recomendo olharem em lojas baratinhas ou até lojinhas de produtos chineses. 


O tom dele é bem aberto, um azul clarinho muito bonito. A embalagem é de qualidade muito duvidosa, além de ser bem feinha - e a combinação de cores ficou terrível, hahaha. Mas nada que me impedisse de comprá-lo ou de ainda comprar outras cores futuramente, quem sabe.

A pigmentação dele é excelente, a cor fica uniforme na primeira passada nos lábios, não precisa de segunda camada. O cheirinho é bem leve, um pouco doce, mas nada que incomode - e eu tenho rinite, então cheiros geralmente me incomodam hahaah Ele fica bem sequinho nos lábios, matte mesmo, até um pouco chatinho pra passar, mas não aquele matte 100% seco que chega a doer os lábios, sabe? Ele é confortável de usar, dá até pra esquecer que tá de batom, não fossem as pessoas olhando na rua HUAHAHU. Ele não craquela também. Não transfere, o que é ótimo, e sai apenas no centro dos lábios se você comer comida gordurosa - com comidas mais 'light' ele nem chega a sair no centro. Enfim, só amores por ele. Aquele típico batom baratinho que no fim das contas supera as expectativas. 


Aqui nos lábios. Eu gostei muito da cor dele, apesar de ser bem clarinho, é um batom azul de fato - não pende para outras cores, não muda conforme a luz, é azul e ponto rs. E já que o batom da Natura é feito pra ser misturado, óbvio que eu tinha de testar a combinação dos dois né? E preciso dizer que amei também! :D A cor fica lindíssima, um tom de azul mais fechado e bem sequinho, ótimo pra variar nos tons também. 


E aqui uma foto de rosto usando ele. Fiquei muito satisfeita com essa compra e pretendo prestar um pouco mais de atenção à essa marca de agora em diante rs. Ele custou R$7 e pra mim valeu totalmente o custo x benefício. Vi na internet que a marca tem um tom de verde esmeralda entre seus batons também, esse eu não encontrei na lojinha que comprei o azul, mas fiquei louca de vontade de encontrá-lo também. Acho que agora verde é o única cor de batom que eu quero e não tenho nenhum. 

Ah, e sim, eu uso ele no dia-a-dia, de dia mesmo, a noite também, pra ir qualquer lugar. As pessoas olham bastante na rua, mas eu acho uma bobagem sem tamanho limitar as possibilidades de cor às tradicionais. Cores são só cores e maquiagem é pra se divertir e não pra se padronizar. E se quem tem vontade não usar, esse pensamento de que algumas cores podem e outras não nunca vai cair por terra. 

Gostaram do batom? Já viram essa marca pra vender na cidade de vocês? Quero saber a opinião de vocês nos comentários :D 

Filmes Assistidos Recentemente


Oi gente! Ultimamente tenho assistido mais filmes que o normal - se é que isso é possível - mas parece que nunca é o bastante, a cada filme que eu assisto surgem mais uns três novos que quero assistir hahahaha. Hoje tenho três filmes dramáticos pra indicar pra vocês: dois sobre abuso de drogas e um sobre esquizofrenia. Espero que gostem das indicações e que consigam ver algum no fim de semana :)

1. Trainspotting - Sem Limites
(drama, policial)


Um retrato da juventude viciada de Edimburgo, capital da Escócia. Focado na vida de Mark Renton, um rapaz que escolhe viver assumidamente como um viciado em heroína e deixa de lado os padrões da sociedade. Ao lado de seus amigos – Sick Boy, Tommy, Spud e Begbie – ele curte futebol e usar sua droga favorita o tempo todo. Cada um desses personagens peculiares tem uma história diferente, ora divertida, ora dramática, e todas elas se cruzam por conta do vício. Renton vai além dos limites o tempo todo e isso tem um preço. Cabe ao rapaz e a seus amigos tomar as rédeas de suas vidas e sair dessa. Mas será que eles querem realmente viver assim?


Típico filme que instaura a pergunta "porquê eu não o assisti antes?" em minha cabeça. Ele é dos anos noventa e é uma obra maravilhosa. É um filme divertido que consegue ser dramático nos momentos necessários, e prende completamente o telespectador. Todos os personagens são bem construídos e muito interessantes, e o filme levanta vários questionamentos sobre o uso de drogas, o consumismo e a sociedade como um todo. Dica: quem gostou de Clube da Luta precisa assistir Trainspotting. Para assistir online, clique aqui

2. Uma Mente Brilhante
(drama, biografia)


Uma Mente Brilhante é baseado no livro A Beautiful Mind: A Biography of John Forbes Nash Jr., de Sylvia Nasar. O filme conta a história real de John Nash que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade. Brilhante, Nash chegou a ganhar o Prêmio Nobel. Diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos, Nash enfrentou batalhas em sua vida pessoal, lutando até o fim de sua vida.


Aquele tipo de filme que não importa o que tu gosta de assistir, tu vai gostar desse aqui. O retrato que ele faz sobre a esquizofrenia é bem fiel e serve de alerta para reconhecermos a doença. A forma que a história é contada deixa tudo mais interessante, o roteiro é ótimo e a fotografia é muito bonita. É um filme bastante conhecido, por ser baseado em fatos reais é melhor ainda, e é outro desses que causam arrependimento de serem assistidos tão tardiamente. É um pouco longo, mas nada que prejudique o valor da obra. Para assistir online, clique aqui

3. Amor, Drogas e Nova York
(drama)


Viciada em heroína e moradora de rua, Harley tenta, mas não consegue se livrar do vício e do namorado abusivo Ilya. Entre euforias químicas, brigas e surtos violentos, ela busca grandes momentos, aquela arrebatadora beleza econtrada em lugares inesperados.


Bom, vocês talvez já tenham percebido isso, mas eu sou uma pessoa um pouco "monotemática". Quando me interesso por algo, meu foco é totalmente voltado para isso, e portanto, acabo assistindo muitos filmes de mesma temática seguidos. Além disso, também gosto de assistir todos os filmes possíveis de diretores que gosto bastante e sempre procuro a filmografia de atores que simpatizo. E assim cheguei a esse filme, pela filmografia do Caleb Jones (esse da primeira foto) que também apareceu no post da semana passada, no filme Antiviral. Não gostei tanto da atuação dele nesse filme, que aliás, teve uma "tradução" terrível para o Brasil: o nome original é Heaven Knows What. É um filme bem cru e sem pretensão de chegar a algum lugar: as histórias simplesmente são contadas, e assim somos apresentados a vários jovens sem rumo certo na vida. Também é baseado em fatos reais. Não é o melhor filme da vida (nem da temática) mas pra quem gosta do tema é legal assistir. Para assistir online, clique aqui

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E por hoje é isso :D Já conheciam algum desses filmes? Ficaram afim de ver algum? Me contem nos comentários ^^