OOTD: Sweater Cinza e Jaqueta com Rebites


Oi gente! O outfit de hoje é um que gostei demais - resgatei essa saia preta justinha que não usava há séculos e combinei com a jaqueta de couro com rebites dourados e o sweater cinza que chegou semana passada da She In, inclusive, chegou bem rápido. Gostei muito dessa combinação! Antigamente eu era muito encanada com meu quadril ao usar peças justas nessa área, mas hoje nem ligo mais, achei até bonito. E gostei muito da jaqueta com a saia justinha, por ela ser mais comprida e larguinha acaba não combinando tanto com saias rodadas. 

Pra aquecer, meia-calça grossa, coturnos e é claro, blusinha embaixo do suéter. Essa semana não está muito fria por aqui, mas essa é uma roupa ótima pra ir num barzinho à noite sem passar frio :3 








Sweater: She In | Jaqueta: Style Moi | Coturno: Vilela Boots


O batom é o Amora Matte da Avon (resenha aqui) e o esmalte é o Parei a Festa, também da Avon. A gargantilha de alien e o anel de cabra são do Aliexpress. 


E vocês, gostaram do look de hoje? Me contem aí nos comentários :3

Resenha: O Tigre na Sombra, de Lya Luft


O Tigre na Sombra é o segundo livro da Lya Luft que tive o prazer de ler. Comprei nas férias, quando fui para a praia, numa tabacaria com poucos livros, mas esse me chamou a atenção - já queria ler outro dessa autora há algum tempo. 

Pela segunda vez me surpreendo com a incrível capacidade que a autora tem de criar uma atmosfera tão envolvente e de nos apresentar a uma história simples porém tão emocionante num número de páginas tão pequeno - 128, que podem ser lidas numa única tarde livre. A leitura flui num ritmo impressionante e logo nas primeiras páginas nos sentimos absorvidos pela história. 

O livro é narrado em primeira pessoa pela personagem principal que é, ao mesmo tempo, Dolores e Dôda - assim, uma pessoa só, mas dividida em suas duas faces: Dôda, a menina sonhadora e Dolores a realista. 

Dôda é uma menina que nasceu com uma perna mais curta que a outra e convive com a rejeição da mãe e o carinho de um pai alcoolista, anulado pela mãe autoritária. Ela tem uma irmã, Dália, a qual chama de "perfeita" - Dália é bailarina, tem as duas pernas do mesmo comprimento e todo o carinho da mãe, sempre disposta a desculpá-la.


Admiro o dom de Lya em transformar uma história que a princípio é bem simples em algo tão mágico e fascinante. Acompanhamos Dôda e Dolores em sua batalha interna e outros personagens da família, como a mãe, o pai, a irmã "perfeita" e também seus avós, que vivem na praia, na Casa do Mar. Os avós são o porto seguro de Dôda, e a Casa do Mar seu refúgio.  

Na obra, a realidade e a fantasia se misturam, com Dôda ora enxergando sua outra parte ao ver-se no espelho (Dolores), ora vendo um lindo tigre de olhos azuis no quintal de sua casa. Acompanhamos o crescimento e amadurecimento da personagem principal, seu enfrentamento aos padrões de beleza que posteriormente pairavam em sua cabeça dizendo que jamais poderia ser amada, sua rebeldia adolescente, seus amores e desamores na vida adulta... e o crescimento dos demais personagens também, com suas histórias interligadas. 

Em diversas passagens a leitura é muito emocionante, cheguei a chorar em alguns momentos. Aborda a questão da morte enquanto Dôda cresce e seus familiares morrem. A leitura flui de um jeito muito singular, não consigo comparar o estilo de escrita da Luft com o de nenhum outro autor, é realmente muito particular e bonito. 

Indico para qualquer pessoa que queira um livro fácil e rápido de ser lido, mas ao mesmo tempo tão profundo, marcante e emocionante.

Filmes Assistidos Recentemente


Oi gente! Na semana passada não teve, mas hoje tem filminhos por aqui - e três dos bons! Espero que vocês curtam as indicações tanto quanto eu gostei ^^ 

1. Adivinhe Quem Vem Para Jantar (1967)
(drama, romance)


Em São Francisco, Matt Drayton e Christina Drayton, um conceituado casal, se choca ao saber que Joey Drayton, sua filha, está noiva de John Prentice, um negro. A partir de então dão início à uma tentativa de encontrar algo desabonador no pretendente, mas só descobrem qualidades morais e profissionais acima da média.


Começando com o meu preferido dos três, esse entrou para a minha lista de favoritos e é um filme realmente incrível. Há cinquenta anos atrás o casamento entre pessoas de cores diferentes ainda era proibido em diversos lugares, inclusive muitos estados dos EUA. O relacionamento entre uma mulher branca e um homem negro e a reação da família de ambos é o cerne dessa obra, assim como as implicações sociais deste relacionamento para a época. Não é um filme que funciona só sob o pretexto do ano, a obra é realmente memorável e o racismo infelizmente não morreu no século passado, a mensagem é atual de qualquer forma. Os diálogos e as atuações são alguns dos pontos fortes do filme. Enfim, vale muito a pena assistir. Para assistir online, clique aqui

2. Zodíaco (2007)
(drama, mistério, policial)


1º de agosto de 1969. Três cartas diferentes chegam aos jornais San Francisco Chronicle, San Francisco Examiner e Vallejo Times-Herald, enviadas pelo mesmo remetente. A carta enviada ao Chronicle trazia a confissão de um assassino, dando detalhes da morte de 3 pessoas e da tentativa de homicídio de outra, com informações que apenas a polícia e o assassino poderiam saber. As três cartas formavam um código que supostamente revelaria sua identidade ao ser decifrado. O assassino exigia que as cartas fossem publicadas, caso contrário mais pessoas morreriam. Um casal de Salinas consegue decodificar a mensagem, mas é Robert Graysmith, um tímido cartunista editorial, que descobre sua intenção oculta: uma referência ao filme "Zaroff, o Caçador de Vidas" (1932). Os assassinatos e as cartas se sucedem, provocando pânico na população de San Francisco. A situação faz com que os detetives David Toschi e William Armstrong e o repórter Paul Avery, que trabalham no caso, tornem-se celebridades instantâneas. Graysmith, que trabalha no mesmo jornal de Avery, apenas ajuda quando lhe é permitido. Mas o Zodíaco, como o assassino era chamado, estava sempre um passo a frente.


Zodíaco é um filme que eu já havia ouvido falar bem e me deparei com ele num dia, zapeando pela TV. Acabei assistindo e gostei bastante. É um filme longo, com quase três horas de duração, mas que consegue manter o espectador interessado. É uma história baseada em fatos reais, e mais um filme sobre um serial killer pode até parecer clichê, mas para quem gosta desse tipo de obra, é bastante interessante. Foca tanto nos crimes quanto na investigação destes e o crime, aliás, nunca foi totalmente solucionado. Eu gosto de filmes sobre serial killers, mas quis assistir mais pela direção do David Fincher (de Clube da Luta, Garota Exemplar, Seven, O Curioso Caso de Benjamin Button, entre outros) e não me arrependi. Para assistir online, clique aqui

3. Bridegroom (2013)
(documentário)


Bridegroom é um documentário intensamente pessoal sobre o debate em curso sobre os direitos legais de casais do mesmo sexo. Entrevistas, fotos e vídeos das testemunhas e de todas as ligações incomuns que reuniram Shane Bitney Crone e o seu esposo Tom. Durante seis anos, eles permaneceram unidos, apesar dos desafios extremos, tanto da família e da sociedade, até que um trágico acidente acabou com os seus sonhos. Agora é preciso lutar para que Shane seja reconhecido como interlocutor legítimo de sua alma gêmea. 


Eu já havia visto um vídeo curtinho sobre essa história no youtube, nem tinha conhecimento sobre o documentário, e me deparei com ele na Netflix - fui assistir na hora, né? É a história real de Shane que vivenciou não só a dor de perder um companheiro, mas também o descaso e a traição da família deste - que tiraram tudo o que os dois construíram juntos, e o impediram até de entrar no velório do próprio namorado. Histórias como essa serviram para auxiliar na legalização do casamento lgbt nos EUA, porque questões simples como herança, divisão de bens e direitos legais ficam seriamente comprometidas sem isso. O documentário é muito triste, muito pessoal, nos faz adentrar a vida dos dois e a sensação é de que os conhecemos intimamente, e isso emociona ainda mais. É aquele tipo de filme triste, mas necessário. Para assistir online, clique aqui. *Disponível no Netflix


E por hoje é isso :) Espero que vocês tenham gostado. Já conheciam algum destes filmes? Ficaram afim de assistir algum? Me contem nos comentários ^^ 

OOTD: Vestido Estampado e Cardigã


Oi gente! Peço desculpas pelo sumiço na última semana, mas as vezes a vida chama e o tempo pra pensar em posts fica curto - estou no finalzinho do semestre e cheia de provas e trabalhos finais, mas boa parte acaba essa semana <3 

Esse outfit eu já usei mil vezes, sempre mudando alguma coisinha ou outra, mas eu amo usar esse vestido no inverno - dos que tenho, ele é o mais apropriado para a estação. Tem as mangas longas, forro e é feito num tecido mais grosso, enfim, ele é bem quentinho mesmo (e ainda rola usar uma blusinha por baixo, hahah). Completei com o cardigã bordô, um slipper que estava encostado há seculos e alguns acessórios - achei essa combinação fofinha, diferente do que costumo usar, mas me senti bem a vontade. 

Não é difícil usar um vestido estampado várias vezes, mas é uma tarefa mais complicada usá-lo de formas diferentes. Não vejo um leque de opções muito grande com esse vestido de gatinhos, acabo usando mais com casaquinhos finos como esse cardigã ou sobretudos que cheguem ao mesmo comprimento dele - mas é uma peça que adoro e uso muito, afinal de contas. Acho que no fim das contas, tudo depende do nosso estilo e do que é mais importante pra gente ou não. Tem um look mais antiguinho com ele aqui no blog - aqui











Vestido: Oasáp | Cardigã e Cachecol: Renner | Slipper: Moleca
O batom é o Amour nº30 da Panvel (resenha aqui) e o esmalte é o Poção do Amor da marca Jade

Esse ossinho que estou usando no cabelo comprei no aliexpress - foi bem baratinho, não tenho o hábito de usar coisas no cabelo (sempre acho melhor sem...) e sei que não vou usá-lo muito, mas achei tão bonitinho huahhuah O link dele é esse aqui. O anel de camafeu é da loja É Tipo Audrey

Claro que uma roupinha dessas só deu pra usar numa tarde bem ensolarada aqui no RS, né? Porquê o frio não tem dado trégua haha

E vocês, gostaram do outfit de hoje? Me contem aí nos comentários <3

Resenha: Tintura Koleston Preto Azulado


Oi gente! Eu já comentei algumas vezes aqui no blog que tinjo meu cabelo há anos de preto azulado (aqui tem um post sobre meu cabelo) - e há bastante tempo uso essa tintura da Koleston também. Fiz uma pausa para testar outras tintas, inclusive resenhei a da MaxTon (aqui!), mas não adianta, acabei voltando pra essa por vários motivos que conto ao longo do post. 

Já faz mais ou menos um mês que tingi meus cabelos, tanto a raiz quanto o comprimento, pois fazia uns três meses desde a última aplicação da MaxTon. Mesmo assim, meus cabelos não estavam desbotados, porque uma das vantagens (ou desvantagens, depende do seu objetivo) da MaxTon é que a cor não sai por nada. Mas a hidratação (ou a falta de ressecamento) que a Koleston proporciona não tem igual. 

Depois de testar quase todas as outras tintas de farmácia (não consegui testar a Luminous, porquê aparentemente não vende mais por aqui) adotei a Koleston definitivamente. O preto que ela deixa nos fios é vibrante, dura o tempo prometido (6 semanas) e mais, não resseca os fios e acompanha um condicionador e um sachê de reposição de cor, para ser usado após quinze dias. Esses dois produtos acabam fazendo bastante diferença, pois ajudam na manutenção da cor e o condicionador também deixa os fios bem brilhantes. 

Além desses produtinhos especiais, a caixinha contém os produtos básicos para tintura: emulsão, tinta e um par de luvas, além de um folheto explicativo. O cheiro da tinta é forte, normal, mas nada insuportável. 

Os únicos pontos negativos da Koleston são: ela não dura tanto quanto outras tintas, mas em compensação para que o pigmento impregne tanto nos fios, outras tintas precisam de componentes bem mais agressivos aos cabelos, o que acaba causando ressecamento. Por isso, esse ponto acaba valendo a pena pra mim - não adianta deixar a cor bonita e o cabelo ressecado, né? Achei que a MaxTon não tivesse ressecado meu cabelo, mas só depois de voltar para a Koleston é que percebi o tamanho da diferença. 

Outro ponto negativo da Koleston é que a tinta continua soltando pigmento durante as lavagens por pelo menos uma semana. Acabei manchando toalha e blusa branca por isso :( Então cuidem nas primeiras lavagens! 

Mas fora isso, é sem comparação. Não precisei hidratar meus cabelos que nem uma louca após usar essa tintura, porque ela não danificou em nada meus fios. 


Foto tirada um mês depois de aplicar a tinta. O preto continua bem intenso :D 

A Koleston custa em média R$20 dinheirinhos, e pode ser encontrada em farmácias e supermercados com facilidade. 

Eu sinceramente recomendo bastante essa marca, pelo ótimo custo-benefício que venho tendo. Dos sete anos que já tinjo meus cabelos de preto, pelo menos cinco usei Koleston. 


E vocês, o que acham dessa tinta? Se já tiverem usado, mesmo que em outra cor, compartilhem suas experiências nos comentários <3